terça-feira, 8 de junho de 2021

Gacc Sul Bahia inicia a capacitação de profissionais e estudantes de saúde para ajudar na luta contra o câncer infantojuvenil

Com foco em aumentar as chances de cura de crianças e adolescentes com câncer no estado da Bahia, o Instituto Ronald McDonald, em parceria com Grupo de Apoio à Criança com Câncer – Sul Bahia, iniciou em 31 de maio a execução do Programa Diagnóstico Precoce do Câncer Infantojuvenil para profissionais da saúde e/ou estudante de saúde da região sul, extremo sul e Sudoeste do Estado. A ação tem como objetivo contribuir com o aumento da identificação precoce da doença em crianças e adolescentes por meio de capacitações de pediatras, estudantes de medicina, enfermagem e enfermeiros. Se você também é profissional e/ou estudante da área de saúde e reside no sul, extremo sul e sudoeste da Bahia, não deixe de participar. Faça parte dessa corrente do bem. Entre em contato através do 73 9114-0758 / midiasocial@gaccsulba.org.br e faça sua inscrição para a próxima etapa dos dias 14 e 15 de junho. “O projeto de detecção precoce é o caminho mais curto para a cura. Com ele, o profissional de saúde pode identificar e referenciar o mais breve possível os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil e dessa forma, aumentar as chances de cura das crianças e adolescentes. Por isso, capacitar os pediatras, estudantes de medicina e enfermagem e também os enfermeiros é fundamental para que esse tempo do diagnóstico seja cada vez mais rápido. Nas primeiras aulas tivemos uma excelente participação da turma, foram momentos valiosos e oportunos de troca de conhecimento”, destacou a oncologista pediátrica, Dra Teresa Cristina Cardoso Fonseca. De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Brasil, hoje, as chances de cura do câncer em crianças e adolescentes são de 64%. Nos países com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), esses índices podem chegar a 80%. Fundamental para o aumento das chances de cura e resultados positivos ao tratamento oncológico, o tempo de percepção sobre os sinais e sintomas da doença ainda é longo no Brasil, o que resulta no diagnostico em fase avançada da doença, dificultando as chances de cura e resultados positivos de tratamento, além do risco de deixar muitas sequelas nos pequenos pacientes. “Nós do Instituto Ronald McDonald temos como missão de promover saúde e qualidade de vida para crianças e adolescentes antes, durante e após o tratamento da doença. Por isso trabalhamos com diversos projetos para mudar o cenário dessa que ainda é a enfermidade que mais mata na fixa etária de 01 a 19 anos no país, segundo o Instituto Nacional do Câncer, o Inca”, destaca Francisco Neves, Superintendente do Instituto Ronald McDonald, uma organização sem fins lucrativos que há 22 anos atua para aproximar famílias da cura do câncer infantojuvenil e aumentar as chances de cura da doença no Brasil. A chance de sobrevivência média é estimada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) em 64%. Porém, as chances não são as mesmas em todas as regiões do país. Conforme o levantamento feito pelo Inca, enquanto as chances médias de sobrevivência nas regiões Sul são 75% e na região Sudeste são 70%, nas Região Centro-Oeste, Nordeste e Norte elas são 65%, 60% e 50% respectivamente. Quer saber mais sobre o Programa Diagnóstico Precoce do Instituto? Acesse: www.institutoronald.org.br/.

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