segunda-feira, 25 de maio de 2020

Polícia Civil prende homem suspeito de comercializar de forma irregular testes de Covid-19


Dando continuidade às ações de combate à criminalidade, a Delegacia de Combate a Corrupção (Decor) da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) prendeu um homem suspeito de comercializar e aplicar de forma irregular exames de diagnóstico do Covid-19. A prisão se deu, nesse sábado (23), no bairro Aeroporto – Área Integrada de Segurança 5 (AIS 5) de Fortaleza. Durante o trabalho policial, foram apreendidas cinco caixas, contendo cada uma 20 testes rápidos, totalizando cem exames.
Durante a pandemia, a Decor tem recebido denúncias acerca de crimes contra a administração e saúde pública. Em uma dessas queixas, as equipes foram informadas sobre um homem que estaria comercializando testes rápidos de maneira clandestina. Após investigações, os policiais civis identificaram o veículo modelo Hilux que estava sendo utilizado pelo suspeito para a realização das entregas dos testes na Capital.
Imediatamente, diligências foram realizadas e o carro foi localizado na Avenida Borges de Melo. O detido foi identificado como Anderson Cleiton Otaviana de Almeida (35), sem antecedentes criminais. Durante a abordagem, a Polícia encontrou cinco caixas contendo cada uma 20 testes rápidos. O material estava escondido no banco da camionete. Com base no que foi encontrado, Anderson foi conduzido para à sede da Decor.
Na unidade policial, o suspeito confessou a prática delituosa às autoridades policiais. Após os procedimentos inerentes ao fato serem realizados, ele foi autuado em flagrante por crime contra a incolumidade pública, previsto no artigo 273 do Código Penal. A PCCE segue investigando o caso e checando outras denúncias com o intuito de localizar outros partícipes dessas ações criminosas.
Outras Prisões
No último dia 19 deste mês, a Delegacia de Combate a Corrupção (Decor) prendeu João Leandro Saraiva da Hora (36) e Amanda Chaves Amado de Oliveira (42), auxiliar de enfermagem, ambos sem antecedentes. O fato aconteceu no bairro Aldeota (AIS 1). Conforme as investigações, a mulher seria responsável por aplicar os testes nas pessoas que os compravam de João Leandro.
Durante a ofensiva, foram apreendidas caixas de testes rápidos, totalizando cerca de 458 exames, além de uma cópia de nota fiscal no valor de R$ 350 mil emitida por uma distribuidora de medicamentos.

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