sábado, 28 de março de 2020

Centrais sindicais celebram aprovação da renda mínima emergencial




As principais centrais sindicais do país divulgaram nota em que saúdam a instituição da renda mínima emergencial de R$ 600 por pessoa e até R$ 1,2 mil por família, aplicável por três meses.
A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados na quinta-feira (26) e deve ser votada no Senado na segunda-feira (30). O auxílio vai beneficiar trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores individuais, beneficiários do Bolsa Família e desempregados.
Nota assinada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central, Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil (CTB) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) destaca que a medida faz parte do conjunto de propostas que as centrais sindicais apresentaram e trataram com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, para enfrentar a crise sanitária.
“Consideramos a renda mínima emergencial imprescindível para o combate à crise sanitária, uma vez que ela ajudará a superar as adversidades econômicas da quarentena que todos temos que cumprir”, afirmam as centrais no documento.Além da proposta da renda mínima, as centrais propuseram que o Estado libere recursos para que as empresas, especialmente as micro, pequenas e médias, possam manter os empregos e honrar suas obrigações, e a suspensão ou adiamento do pagamento de tarifas básicas (água, luz, gás e impostos) dando condições para que famílias e empresas possam reorganizar o pagamento de suas dívidas e financiamentos.
“Estamos avaliando as medidas anunciadas pelo governo federal de financiamento para que pequenas e médias empresas tenham capacidade de pagar os salários dos trabalhadores, medidas que também estamos há duas semanas demandando do governo e que apresentamos ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia”, afirmam.
A nota afirma que essas e outras medidas “devem compor um plano coordenado de enfrentamento da crise preservando a saúde e a vida de todos e mantendo a capacidade do sistema produtivo”.
“O Brasil não poder ser refém das posições que minimizam a gravidade da pandemia, muitas das quais originárias no centro do Palácio do Planalto e propaladas pelo presidente Jair Bolsonaro”, concluem as centrais.
Fonte: CTB

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