terça-feira, 18 de setembro de 2018

Trabalho intermitente, a realidade pós-reforma trabalhista

Ao contrário do que o governo propagou, a reforma trabalhista não ampliou a geração de emprego. Houve redução nos postos com carteira assinada e uma substituição dos contratos formais por trabalho intermitente, ou seja, com qualidade inferior e direitos reduzidos. Em nove meses, o Brasil gerou apenas 50.545 empregos formais. No mesmo período, 26.300 postos intermitentes foram criados e 13.320 parciais. Ou seja, 78,4% do saldo de vagas desde novembro foram em contratos precários. Basta olhar os dados para verificar a degradação do mercado de trabalho. Em dezembro de 2014, por exemplo, a taxa de desemprego era de 6,5%. Quando a reforma entrou em vigor, em novembro de 2017, o índice era de 12%. Agora, está em 12,4%, com 12,9 milhões de desocupados no país. (SBBA)

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